domingo, 24 de maio de 2015

PSDB DE AÉCIO NAMORA COM A HIPOCRISIA AO CRITICAR AJUSTE DA ECONOMIA

O tucano é um fingidor

Coluna Carlos Brickmann
O PSDB resolveu desgastar Dilma Rousseff. É seu direito, como partido de oposição; o que não é direito é votar contra suas próprias ideias só para enfraquecer a adversária. Se o PSDB tivesse chegado à Presidência, seu plano de ajuste da economia seria praticamente o mesmo de Joaquim Levy, esse que Dilma teve de engolir (isso não é dedução: é informação). Votar contra o ajuste, só para agradar a plateia, é coisa de quem não tem responsabilidade para com o país. 

James F. Clarke, escritor americano do século 19, disse que o político se preocupa com as próximas eleições e o estadista com as próximas gerações. Churchill, estadista, rejeitou a tese altamente popular de ceder aos nazistas em troca da paz. E, ao assumir o poder, prometeu sangue, trabalho, suor e lágrimas. Não era um político comum. Quem, no PSDB, se destacou do comum dos políticos?

Lutar contra o Governo, OK. Lutar contra a presidente, OK. Rejeitar a indicação de Edson Fachin para o Supremo, OK: seria um ato político legítimo. Derrotar Dilma numa indicação para o Supremo causaria muito desgaste para o Governo. Mas, em vez de lutar contra Fachin, o alto-comando do PSDB foi para Nova York, prestigiar mais uma das inumeráveis homenagens a Fernando Henrique. Ou, em palavras mais duras, fugiu da raia. Só voltou à disputa para rejeitar exatamente aquilo que, se estivesse no Governo, estaria lutando para aprovar.

Como não disse o poeta Fernando Pessoa, o tucano é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que crê naquilo em que apenas mente.

Ser ou não ser

Isso significa que, para este colunista, a política econômica de Joaquim Levy está correta? Nem sim nem não: o colunista rivaliza com o ex-ministro Mantega no conhecimento da Economia, e não tem a menor ideia do acerto ou não das propostas de Levy. Mas sabe que a maioria do PSDB pensante não só concorda com essas propostas como pretendia aplicá-las. 

E os tucanos se comportaram como aqueles atacantes dribladores, cheios de firulas: gol que é bom, nada.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Crônica – Caminhamos rumo a uma civilização de idiotas?



Mario Sérgio Cortella, filósofo brasileiro, escreveu um interessante livro em parceria com o educador (e hoje Ministro da Educação) Renato Janine, intitulado “Política para não ser um idiota”. Os dois pensadores suscitam questões importantes sobre o rumo da política em nossa sociedade. “São abordados temas como a participação na vida pública, o embate entre liberdade pessoal e bem comum, os vieses de escolhas e constrangimentos, o descaso dos mais jovens em relação à democracia, a importância da ecocidadania, entre tantos outros pontos que dizem respeito a todos nós”.
Várias das ótimas palestras do professor Mário Sérgio estão disponíveis no Youtube e sempre recomendo aos meus amigos que vejam uma, outra, ou todas. Hoje a internet proporciona a um número cada vez maior de pessoas ferramentas para que se aprimorem em suas capacidades e se eduquem, no amplo sentido da palavra.
Mas o que vemos é que há uma parcela de pessoas cada vez mais intolerantes. A liberdade de expressão nas redes sociais permite que as ideias se propaguem rápido, e os preconceitos também. Os intolerantes parecem ser a maioria porque fazem mais barulho, não entendem o princípio da isonomia e desconhecem a pluralidade de opiniões e visões de mundo. Com eles é sempre preto no branco, na verdade, desejam que fosse branco no branco, e, por isso, alguns ainda alimentam preconceitos de cor e gênero como se fossem bichos de estimação.
Falta-lhes o conhecimento da política para não tornarem-se idiotas. É bom ressaltar que hoje usamos a palavra para designar pessoas com algum grau de deficiência mental, mas neste texto quero dar ao termo sua conotação original. Para os gregos, que criaram a palavra, o idiota era aquele que tinha plenas condições para participar da vida de sua cidade e escolhia não fazê-lo. A raiz da palavra, Ideo, significa próprio e dela derivam Identidade e individual, por exemplo.
O idiota grego era aquele que preocupava-se apenas com suas necessidades individuais e não com o bem-estar de todos os cidadãos.
E convenhamos, há muitos idiotas (como os gregos lhes chamavam) no mundo moderno. Cheios de certezas e sem qualquer dúvida, havidos por espalharem boatos e destruírem reputações com poucos cliques, batedores de panelas profissionais, que o fazem não para protestar contra a ordem vigente, mas por desejar negar ao outro o direito de falar, de se fazer ouvir, o que no fim significa o desejo de não ser convidado a repensar suas atitudes.
O idiota se orgulha de não gostar de política, como disse Brecht, e ao negar a política veta a participação social, o espaço dos questionamentos e das proposições, o seu próprio direito de ser cidadão.
A idiotização parece ser um caminho sem volta no Brasil, mas em mim ainda arde uma chama trêmula de esperança.  Muitos jovens ainda desejam intervir positivamente no mundo, querem ver derrubadas estruturas arcaicas que limitam a liberdade e impedem as pessoas de viverem com dignidade. Eles ocupam espaços, fazem passeatas, promovem tuitaços, invadem assembleias e o mais importante: não desejam calar ninguém.
Rezo para que sejam eles, com sua prática questionadora e renovadora, que espalhem a política de não se ser idiota.




sábado, 16 de maio de 2015

Urubus quebram o bico: Petrobras, saneada, lucra R$ 5,4 bi no 1° trimestre

Do blog Tijolaço, 15 de maio de 2015 | 20:11 Autor: Fernando Brito

petrobal1tri
Do Valor, há três dias, reverberando as expectativas da urubologia de mercado sobre a Petrobras:
“A Petrobras deve fechar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor frente aos três primeiros meses do ano passado. A previsão toma como base a média das projeções de cinco bancos de investimento consultados pelo Valor, que indicam, ainda, para uma redução média de 4,7% no faturamento, para R$ 77,73 bilhões, e um crescimento de 23% no Ebitda, para R$ 17,64 bilhões, na mesma base de comparação.”
As previsões eram da Goldman Sachs, do Bradesco, Deutsche Bank e de outras instituições.
Do Valor, agora há pouco:
“A Petrobras encerrou o primeiro trimestre desse ano com lucro de R$ 5,33 bilhões, queda de 1% na comparação com o lucro líquido de R$ 5,393 bilhões apurado no mesmo intervalo do ano anterior.”
Uai, não eram 49,5% de queda?
E a relação entre o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e dívida, que prenunciavam ia explodir, baixou de 4,77 vezes para 3,86, mesmo com a forte desvalorização cambial. Embora o valor nominal tenha crescido (de 282 para 332 bilhões de reais) o aumento, de 18%, foi inferior à depreciação do real (20,8%) e uma enorme parte destas dívidas é, como é natural em grandes empresas e especialmente no setor petroleiro, em dólar.
O fato é que em Nova York, onde não lêem os jornais brasileiros, no “after-hours” da bolsa local,o ADR (correspondente a ações) da Petrobras sobe 4.05% no momento em que escrevo, depois de já ter subido 2% no pregão normal.
Sem contar essa subida noturna, do início do ano para cá, a Petrobras lidera com folga a valorização entre as petroleiras – claro que em boa parte por ter sido atirada, artificialmente, lá em baixo. Subiu 38,4%, contra 12,3% da Shell, enquanto quase todas as outras amargam índices negativos.
Medida por um ano, mais ou menos o tempo em que a lava-Jato começou a repercutir fortemente, a perda é de 32%, menos da metade dos 67% que chegou a cair no pior momento em 12 meses.
Mas nisso entra, com muita força, a desvalorização do petróleo: no mesmo período, a Shell caiu 20,6%: a Total, 25,2%, a italiana Eni, 27,5%, a Exxon e a Chevron, as que menos perderam, tiveram queda em torno de 15%.
Como escrevi ontem aqui, os ratos e urubus não tiveram força para, mesmo tendo causado muito estrago, derrotar a Petrobras.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

POVO XUKURU SE PREPARA PARA SUA XV ASSEMBLEIA

XV ASSEMBLEIA DO POVO XUKURU DO ORORUBÁ LIMOLAYGO TOYPE: EM DEFESA DA MÃE TERRA



O povo indígena Xukuru do Ororubá, radicado na Serra do Ororubá em Pesqueira, Pernambuco, irá realizar a sua XV Assembleia, com o tema "Em Defesa da Mãe Terra".
Esse evento tem fundamental importância para a vida de todos os Xukuru, refletindo em toda a sua organização social. É da Assembleia que nascem as diretrizes a serem vivenciadas enquanto povo, num grande exemplo de democracia participativa.
A XV Assembleia do Povo Xukuru ocorrerá entre os dias 17. 18 19 E 20 de maio. 

terça-feira, 12 de maio de 2015

VEREADOR DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO É ASSASSINADO EM FRENTE A PREFEITURA


Assassinato aconteceu em frente à Prefeitura do município de São João / Foto: Reprodução
O vereador do município de São João, Reginaldo Falcão, foi assassinado a tiros na noite desta terça-feira (12). Os disparos aconteceram em frente à Prefeitura do município localizado no Agreste de Pernambuco.

Eleito em 2012 pelo PRTB, Reginaldo Falcão era conhecido na cidade como "Galo". De acordo com as primeiras informações, os assassinos teriam chegado ao local em um carro de cor branca e fizeram os disparos.  O vereador morreu na hora. As informações são do PortalNE10

Por volta das 19h40, uma equipe da Polícia Civil chegou ao local para remoção do corpo, que será encaminhado ao Instituto de Medicina Legal de Caruaru, também no Agreste do Estado.
Mais informações em instantes.

CUIDADO AO TRAFEGAR PELA 232! Dois ônibus assaltados em Pesqueira


Um ônibus de viagens que seguia da cidade de Crato, no Ceará, para o Recife, foi assaltado na madrugada desta terça-feira. O veículo, da empresa Princesa do Agreste, que levava 50 passageiros, foi abordado na BR-232, em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco.
Um carro de passeio ultrapassou o coletivo e bloqueou a passagem. Quatro homens encapuzados e fortemente armados entraram no ônibus e pediram para o motorista dirigir até uma estrada de terra. Todos os passageiros foram obrigados a entregar dinheiro, aparelhos de telefone celular e relógios.
Em seguida, os suspeitos voltaram ao carro e fugiram. Ninguém foi preso e a polícia ainda não tem pistas dos assaltantes. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia de Pesqueira.
Outro caso – Também esta madrugada, outro ônibus foi assaltado em Pesqueira. O coletivo da empresa Progresso foi abordado por cinco homens armados, que mandaram o motorista dirigir até um canavial. Policiais trocaram tiros com os bandidos, que conseguiram fugir. Uma professora foi atingida de raspão na altura do pescoço e foi socorrida para o Hospital da Restauração (HR), no Recife.

PARA LULA YOUSSEF DIFAMA QUEM A OPOSIÇÃO TEME ENFRENTAR

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Sem citar diretamente o nome de Alberto Youssef, ex-presidente diz ser "inacreditável" que o Brasil seja "refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos" e que ainda garanta a ele "palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país"; em crítica dura, por meio de nota, ele lamenta ainda "que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis" e anuncia sua volta em 2018 quando diz que "tais pessoas [da imprensa] se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição" e a "difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro"; em depoimento ontem à CPI da Petrobras, Youssef disse que Lula ordenou pagamento a empresa ligada à estatal

AÉCIO DEVIA TER A DECÊNCIA DE PEDIR O IMPEACHMENT DE BETO RICHA, DIZ JORNALISTA DA FOLHA

Janio
O jornalista Jânio de Freitas, da Folha de S. Paulo, publicou a seguinte coluna no dia 03.05.2015:
Em proporção aos respectivos eleitorados, o tal estelionato eleitoral de Dilma não foi maior que o de Beto Richa em sua reeleição no Paraná. Se é por proximidade com corrupção, a de Dilma está em uma empresa, a Petrobras; a de Beto Richa, disse o noticiário que está em determinada parte de sua família.
Já seria o suficiente para Aécio Neves e seus deputados, por decência, pedirem o impeachment do seu companheiro de PSDB. Nenhum foi capaz de emitir sequer uma palavra sobre a ferocidade criminosa do governo paranaense contra os professores e outros servidores usurpados em direitos legítimos por Beto Richa.

sábado, 9 de maio de 2015

PEPE MUJICA DESMENTE O JORNAL "O GLOBO": 'LULA JAMAIS FALOU EM MENSALÃO COMIGO'

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"Lula jamais falou em mensalão nas conversas comigo. Uma vez me disse que, por ter uma minoria parlamentar, o chantageavam. Se os jornalistas escreveram isso, é por conta deles. Aliás, nunca falei com nenhum presidente ou com qualquer brasileiro sobre mensalão. E olha que já falei com muitos brasileiros", disse o ex-presidente do Uruguai, José Mujica, ao jornalista Rodrigo Cavalheiro; "Ele me falou das pressões e das chantagens, pedidos ou exigências de governos e políticos locais para dar os votos que o governo precisava, em certa medida", completou; segundo Mujica, Lula foi o exemplo que seguiu no período em que governou o Uruguai; "Tomei Lula como modelo, um progressista que nunca procurou a tensão. Agora vemos no País uma tensão que não é benéfica para o Brasil"

O ex-presidente do Uruguai, José Mujica, concedeu uma entrevista ao jornalista Rodrigo Cavalheiro, do Estado de S. Paulo, em que encerrou a polêmica criada pelo jornal O Globo, que ontem relatou uma suposta 'confissão' relacionada ao chamado 'mensalão' (saiba mais em 'Confissão' de Lula a Mujica é mais um crime de imprensa).
"Lula jamais falou em mensalão nas conversas comigo. Uma vez me disse que, por ter uma minoria parlamentar, o chantageavam. Se os jornalistas escreveram isso, é por conta deles. Aliás, nunca falei com nenhum presidente ou com qualquer brasileiro sobre mensalão. E olha que já falei com muitos brasileiros", disse Mujica.
O ex-presidente foi mais específico sobre as pressões recebidas por Lula. "Ele me falou das pressões e das chantagens, pedidos ou exigências de governos e políticos locais para dar os votos que o governo precisava, em certa medida. Mas nada de dinheiro ou de corrupção. [Falava] de troca de favores, de empregos nos Estados, de obras públicas. Disse que elas lhe custaram muitíssimas dores de cabeças."
Em outro trecho da entrevista, Mujica afirmou que o governo Lula foi o modelo que ele tentou seguir no Uruguai. "Tomei Lula como modelo, um progressista que nunca procurou a tensão. Agora vemos no País uma tensão que não é benéfica para o Brasil."
Mujica falou ainda sobre o movimento que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "O Brasil parece ter meios de multiplicar a pressão sobre os governos. Há uma técnica, teorizada inclusive, que está sendo aplicada no País. É uma tática para atingir um governo civil sem usar a violência. É um golpe sem armas, sem usar a violência. Se aproveitam de falhas do caráter humano para poder derrubar um governo que acaba de ser reeleito."

terça-feira, 5 de maio de 2015

CONHEÇA OS PERIGOS DA TERCEIRIZAÇÃO DO TRABALHO NO BRASIL

O Projeto de Lei 4.330 que amplia a liberdade de terceirização do trabalho chama a atenção para os seus aspectos mais visíveis e oculta o mais grave deles.
É sabido que o projeto em questão tenta alterar o cânone jurídico construído por anos de decisões da Justiça do Trabalho que se resumem na vedação da terceirização das atividades fins e da responsabilidade solidária da empresa terceirizadora.
O fim do modelo fordista encerrou quase um século de processo de trabalho fragmentado em pequenas frações. A linha de montagem fordista criou produção em massa a baixo custo. E criou também largas plantas que incorporaram grandes volumes de trabalhadores. Alta identidade no perfil do trabalhador inserido na linha de montagem levou a construção de sindicatos fortes.
Vencido o período que os franceses chamam de “trinta anos de ouro”, quando a produtividade e, logo, a lucratividade mantiveram-se em índices inéditos de crescimento, a segunda metade dos anos 70, a economia capitalista mergulhou em uma crise de produtividade e em resultados econômicos decrescentes. Neste momento, as grandes corporações passaram a buscar novos processos de trabalho, romperam com o “pacto social” não declarado que construiu direitos na negociação coletiva e financiou a construção do Estado de Bem-Estar Social.
O processo de trabalho representa uma ruptura com o padrão de contratação coletiva e regulação do mercado de trabalho ditado pelo Estado. Além do que, a linha (quase centenária) foi substituída por núcleos de produção que se complementam, tal qual os elos de uma corrente. Estes podem ser transferidos para terceiros dentro ou fora do mesmo espaço territorial.
O modelo flexível de processo de trabalho possibilita arranjos que podem alterar, em velocidade inédita para a história da gerência científica, o que hoje é atividade-fim — logo adiante será apenas em parte uma atividade-fim, gerando novas atividades-meio.
Neste cenário, o mais recomendável, aos trabalhadores e empresários, seria deixar à negociação coletiva a (re)definição destes conceitos à luz da evolução tecnológica e concorrência. No cenário de sindicatos únicos pouco representativos e empregadores resistentes a mediação sindical, deve-se admitir que o TST tem feito o melhor que poderia ao tentar preservar a “cobertura” normativa dos trabalhadores terceirizados.
O projeto de lei poderia ter remetido à negociação coletiva;  poderia ter exigido maior representatividade dos sindicatos — princípio, aliás, já previsto na lei que regula as centrais sindicais —, mas optou pelo atalho de liberar a terceirização das atividades-fim e, com isso, proceder a uma reforma na representação sindical que pode constituir-se num verdadeiro estelionato legislativo.
A lei, por uma destas espertezas bacharelescas típicas da nossa República, cria uma atividade econômica não prevista no Quadro de Atividades de Ocupações do artigo 577 da CLT, CNES e Convenção de Bruxelas, que são as fontes legais que classificam as atividades econômicas no Brasil: empresa prestadora de serviço.
Qualquer atividade poderá ser terceirizada por uma empresa prestadora de serviço. Ocorre que, atrás deste detalhe aparentemente menor veio uma grande corrida para a criação de sindicatos de empregadores e trabalhadores de empresas “prestadoras de serviço”. Logo, qualquer atividade terceirizada retirará os empregados nesta atividade da proteção de Acordos e Convenções Coletivas celebradas pelos sindicatos da atividade até então terceirizada.
Isto pode ter sido apenas sabujice dos quadros da CNI, mas é certo que a sua adoção não atinge só os trabalhadores.  Atinge também os sindicatos patronais: algum destes quadros na cúpula deste sistema sindical assentado numa burocracia pouco representativa perguntou para a indústria paulista, mineira ou carioca se lhes interessava tal reforma sindical?
Numa economia que se faz produzir desigualdade social, alguém do Congresso Nacional discutiu com a sociedade qual é o padrão de proteção social e sindical que queremos para o futuro?   


Leia mais: http://jus.com.br/artigos/38028/os-perigos-do-pl-da-terceirizacao-ou-o-rabo-que-balanca-o-cachorro#ixzz3ZIyCE7zB

segunda-feira, 4 de maio de 2015

FOTOS E VÍDEOS DO CONCURSO MISS ESTUDANTIL 2015 EM VENTUROSA

O belo evento que escolheu a Miss Estudantil de Venturosa, ano 2015, foi organizado por Adriano Resende e Everaldo Araújo e levou uma multidão a prestigiar nossas mais belas jovens numa noite mais que especial. Destaque para a presença da bela Ana Bernardo, Miss Parnamirim que busca conquistar a coroa pernambucana.


 Em Venturosa a coroa foi conquistada pela bela Geovana Oliveira que tem plenas condições de representar nossa cidade diante de todo o estado. 

O blog parabeniza a todos os envolvidos nesse grandioso evento, em especial as nossas jovens que esbanjaram beleza e simpatia.

A seguir as fotos marcantes da Almeida Fotografia e um vídeo com as cenas mais marcantes da noite.










GREVE SUSPENSA. PROFESSORES ESTADUAIS VOLTAM AS ATIVIDADES NORMAIS ESSA SEMANA.


Depois de 25 dias de greve, os professores da Rede Estadual de Pernambuco resolveram suspender a paralisação na tarde desta segunda-feira (4). A decisão foi tomada após uma assembleia realizada no Teatro dos Guararapes, no Centro de Convenções, que contou com a participação de dois mil docentes.

O governo do Estado deve, além de devolver os vencimentos retidos, negociar com o TJ a multa aplicada ao sindicato e apresentar uma proposta de reajuste até o dia 15 de maio ainda para o primeiro semestre.

Sindicato e professores saem fortalecidos desse movimento paredista que pela primeira vez contou com apoio maciço de alunos, familiares e responsáveis.